quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

LENDAS DO ROCK: NAZARETH

Em 1967 na cidade de Dunfermline em Fife,UK. Os The Shadettes não passavam de uma banda cover metida em pubs repletos de bêbados totalmente desinteressados no que estava rolando no palco. Foi então que Dan McCafferty(Vocais),Manny Charlton(Guitarras),Pete Agnew(Baixo) e Darrell Sweet(Bateria),resolveram ir para Londres investir mais em música autoral,contratar um empresário-o escolhido foi o amigo escocês Bill Fahilly-e trocar o nome da banda para Nazareth. A primeira cartada de Bill Fahilly,foi alugar um estúdio para o grupo gravar algumas demos. Essas gravações se transformaram em Nazareth,o primeiro e homônimo disco da banda lançado em setembro de 1971 pela pegasus-um pequeno selo escocês-trazendo o hit single "Mornig Dew".
"Exercises" gravado no ano seguinte,alcança o top 40 dos charts europeus com a música "Woke Up This Morning",o que leva a banda realizar sua primeira grande excursão ao lado do Deep Purple,durante a "Machine Head Tour". No decorrer de uma exibição do Nazareth,o baixista Roger Glover,se impressiona com o desempenho do grupo, e acaba recebendo o convite para ser o produtor do excelente "Razamanaz"(73),destacando a faixa "Broken Down Angel" e a música título do álbum. O ano ainda não havia terminado e o quarteto retornou à Escócia,e lá grava outra porrada:"Loud 'n' Pround(73),apresentando uma genial versão para "This Flight Tonight" da cantora canadense Joni Mitchell. Este Lp chega ao top 20 nas paradas dos Estados Unidos e do Canadá. Os caras não paravam de trabalhar, o momento era de grande fertilidade musical,e em Maio de 1974,surge "Rampant",o derradeiro com a produção de Roger Glover. Em abril de 1975,o Nazareth nos apresenta "Hair Of The Dog",seu maior êxito comercial agora com produção do guitarrista Manny Charlton que passaria a produzir alguns discos do grupo. O LP é aclamado na América,e serve para deixar a banda conhecidíssima no resto do planeta. Durante a turnê desse disco,Dan McCafferty passa a usar uma gaita
escocesa fazendo com ela, um solo muito bacana em "Hair Of The Dog",a música. Nessa época,por teimosia da gravadora Nems/Vertigo,eles gravam um single com a balada "Love Hurts",que se torna um hit de alcance mundial,trazendo inclusive o vocalista Dan McCafferty ao Brasil,para receber disco de platina durante um programa na TV Globo(Globo de ouro). No final do ano,McCafferty aproveita uma pausa e lança seu primeiro registro solo,enquanto o Nazareth surge com um greatest hits. 1976 chega trazendo dois lançamentos de uma só vêz:"Close Enouth For Rock'n' Roll" e "Play'n' The Game",o restante do ano é dedicado exclusivamente às turnês. 1977 não chega muito bém,eles perdem o empresário e amigo Bill Fahilly num acidente aéreo,o que os obrigou à retornarem para Dunfermline. Na terra natal,o Nazareth planeja algumas mudanças,e entre elas a inclusão de mais um guitarrista,entra Zel Cleminson(Sensational Alex Harvey Band),com ele o agora quinteto volta ao estúdio,grava "Expect No Mercy",e deslancha numa longa turnê,finalizando a década,lançando "No Mean City"(79). O álbum é muito bom,a capa do artista plástico e fotográfo Bill Sosin é admirável e serviu de inspiração para o Iron Maiden criar o mascote Eddie. A nova logo também merece destaque,agora um crânio alado, inclusive copiado depois pela banda Paraense de Heavy Metal, "Stress". Os anos oitenta começam fervilhando com o pós punk,a new wave,e o electric pop,enquanto o Nazareth reaparece fortalecido com "Malice In Wonderland"(80) apresentando uma capa com foto do afamado retratista Fin Costello, e a participação do guitarrista Jeff "Skunk" Baxter(Steely Dan e The Doobie Brothers)que assina também a produção. Os destaques são as músicas "Holliday" e "Big Boy". Nesse período,Zel Cleminson cai fora retornando ao SAHB,para ocupar o seu posto,entra outro brother,o escocês Bill Rankin que aproveita e traz o amigo e tecladista Norte Americano John Locke(Ex Spirit)-pela primeira vêz o Nazareth tinha um tecladista fixo. Em fevereiro de 1981,"Fool Circle" é colocado à venda e passa um tanto indiferente,apesar de "Dressed To Kill" ter virado single,e tocar nas emissôras rockeiras,mesmo assim eles saem novamente em excursão,onde vários tapes são gravados durante as apresentações,e em setembro, o duplo ao vivo "Snaz" chega às lojas trazendo um apanhado dos melhores momentos de alguns concertos realizados durante a turnê. Na foto interna da capa do álbum,uma bela foto dos seis integrantes atuando no palco. 1982,trouxe o fraquíssimo "2XS" com uma arte gráfica medonha. Para recuperar às perdas financeiras,a gravadora sugere um "The Very Best Of Nazareth",e a partir de então a banda entra num verdadeiro ostracismo,principalmente na Inglaterra,
McCafferty e seus colegas não se intimidam e seguem fazendo shows pela Europa. Em 1983 após o lançamento de "Sound Elixir",Billy Rankin e John Locke partem,deixando o Nazareth novamente com o número original de integrantes. Chega 1984,"The Catch" surge para comprovar que realmente o Nazareth não ia bém,foram três discos abaixo da média em três anos consecutivos. Sabedores disso eles tentam se refazer tocando por dois meses em minúsculos pubs londrinos e com pouquíssima divulgação. Entre 1985 e 1986,a gravadora apela e lança duas coletâneas praticamente inaudiveis pelo fã mais ortodoxo:"Ballads I"(85),e "Bllads II"(86),além de mais um álbum mediano:"Cinema"(86). Com às coisas um tanto quanto complicadas
ao Nazareth, só resta sobrestá para balanço. O guitarrista Manny Charlton,aproveira para pôr em prática sua carreira de produtor e descobre novíssimas bandas,mais uma vêz a Nems/Vertigo entope o mercado com outro "The Very Best Of Nazareth"e o grupo resurge três anos depois fechando a tampa oitentista com "Snakes'n'Ladders(89),e na sequência, a saída de Manny Charlton substituído por Billy Rankin que estava de volta ao Nazareth. Em 1991,o melhor momento do grupo depois de anos,o LP/CD "No Jive" trazendo uma capa bém rockabilli e um conteúdo prazeroso,resgatando a habilidade rocker da banda. Em 1992,outro ao vivo:"BBC Radio 1 Live In Concert",dois anos depois mais um fraco trabalho:"Move me"(94)mostrando versões acústicas das músicas"Razamanaz","My White Bicycle",e "This Flight Tonight".  De saco cheio de altos e baixos(naquele momento mais baixo do que alto),Billy Rankin pede as contas e vai embora novamente,o jovem Jimmy Murrison preenche a vaga de guitarrista. Até 1998,são colocados à venda: "At The Beeb"(mais um ao vivo na BBC),e "Boogaloo". Em 30 de Abril 1999,uma triste notícia: O Nazareth perdia aos 52 anos de idade seu baterista Darrell Anthony Sweet,vítima de um ataque cardíaco. Em comum acordo,Dan McCafferty e Pete Agnew,os únicos integrantes da formação original,decidem continuar e convocam Lee Agnew,o filho de Pete para ocupar à bateria. Em 2002 o Nazareth retorna às atividades com o CD/DVD "Homecoming",volta à excursionar retornando algumas vezes ao Brasil,inclusive com a turnê de comemoração dos 44 anos da banda realizada no ano passado com direito ao cancelamento do show em Campo Mourão(interior do Paraná)em razão dos vários choques elétricos que os musicos tomaram,causados pelos equipamentos disponibilizados ao grupo. Hoje o Nazareth não toca mais em grandes estádios ou arenas,seus integrantes fundadores já beiram aos setenta anos,não são mais os garotos cabeludos que costumávamos ver nas capas dos LPs,mas ainda conseguem arrastar fãs por onde quer que se apresentem.

Discografia Selecionada:

Razamanaz(1973)
Loud'n'Pround(73)
Rampant(74)
Hair Of The Dog(75)
Close Enouth For Rock'n'Roll(76)
Expect No Mercy(77)
No Mean City(79)
Snaz(81)Duplo ao vivo
No Jive(91)



 Notas:Todos os discos do Nazareth estão disponíveis no formato digital desde 1988 na Europa,EUA,Alemanha,e Japão.

 O último álbum gravado pelo Nazareth chama-se "Big Dogz" lançado pelo selo EAR em 10 de Maio de 2011,encontrado somente nos mercados: Norte Americano,Europeu,e Alemão.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

CLASSIC BOOTLEGS:YES-Live At Madison Square Garden 1980

Formato: CD Duplo

Áudio: Audience Remastered Recording

Turnê: "Drama Tour 1980"

Disco Divulgado: "Drama"

Período: 28/08/1980 à 18/12/1980


Paises Percorridos: Grã-Bretanha,Estados Unidos e Canadá

No início de 1980,o Yes foi para Paris começar os trabalhos do novo disco. Os executivos da Atlantic Records estavam pressionando e interferindo em demasia para que esse álbum tivesse a produção de Roy Thomas Baker. Squire,White e Howe,pretendiam fazer algo que desviasse um pouco o som característico do grupo,algo pesado sem soar heavy ou hard rock. Por outro lado,Jon Anderson e Rick Wakeman eram contra essa mudança,e quando tiveram certeza da convicção dos companheiros,pediram às contas e se mandaram.  Anderson saiu primeiro,e Wakeman fêz o mesmo uma semana depois declarando à todos que o Yes era invisível sem Jon Anderson. os três membros remanescentes iniciaram à fase de produção e ensaio das canções que fariam parte do LP "Drama". Chris Squire chegou até cogitar em assumir os vocais solo(ele canta muito bém),mantendo a banda como um trio. De retorno à Londres,eles foram para o estúdio registrar algumas gravações quando perceberam que no estúdio 02  ao lado, a dupla "The Buggles"também gravava seu segundo disco. Chris Squire não acreditou no que estava ouvindo,os Buggles-Trevor Horn(Vocais),e Geoff Downes(Tecladista)-se encaixavam perfeitamente ao Yes,principalmente na nova proposta musical,sendo os substitutos perfeitos de Jon Anderson e Rick Wakeman respectivamente. Quando o baixista os convidou para os primeiros ensaios,ficou surpreso ao perceber que Trevor Horn possuía em alguns momentos,o mesmo timpre de vóz de Anderson. Tudo resolvido dentro do esperado por Chris Squire,Steve Howe e Alan White,o Yes lança "Drama"(um álbum que particularmente eu adoro)em  18/08/1980 e retira-se em turnê com uma excelente receptividade nos Estados Unidos com dois concertos seguidos no "Madison Square Garden"sempre lotado. No entando os shows realizados na Inglaterra,não foram nada acolhedores. Os fãs Britânicos não aceitaram com entusiasmo a presença do novo vocalista,e no inicio de 1981,Trevor Horn bastante pressionado resolveu largar o Yes no exato momento em que Steve Howe e Geoff Downes também saem se transferindo para o Asia. Com praticamente quatro meses de duração, a "Drama Tour",foi uma das mais curtas temporadas de shows do Yes,com a maioria das apresentações sendo realizadas entre os Norte Americanos. A prova disso é justamente esse Bootleg mostrando um dos dois concertos realizados no lendário "Madison Square Garden" no dia 06 de Setembro de 1980. Apesar da indiferença dos Ingleses,"Drama" o disco,e a tour são excelentes. Trevor Horn manda com categoria os clássicos do Yes. É claro que o lugar de Jon Anderson continua insubstituível.

Formação do Yes na época:

Chris Squire:Bass/Vocals
Steve Howe:Guitars/Vocals
Alan White:Drums
Trevor Horn:Lead Vocals/Mandolin
Geoff Downes:Keyboards

Notas: Geoff Downes retornou ao Yes no ano passado,saiu para reformar o Asia,e está de retorno novamente junto com Steve howe. Por enquanto,não se tem notícias confirmando a volta de Jon Anderson. Pelo que sabemos,Jon Davison continua como vocalista do Yes.

Trevor Horn,hoje se dedica à produção de discos e shows na Inglaterra.

**Final da primeira parte das turnês do Yes contada atravéz dos Bootlegs. Em breve sem precisar datas,a segunda parte partindo do disco "90125"(1984),até os dias de hoje.


PP





sábado, 23 de fevereiro de 2013

CLASSIC BOOTLEGS: YES-WEMBLEY ARENA 1978

Formato: CD Duplo

Áudio: Radio Broadcast

Turnê: Tormato-Ten Years Tour

Disco Divulgado: Tormato

Período: 28/09/78 à
30/06/79




Paises Percorridos: EUA/Canadá/Inglaterra/França/Suíça

Tormato,lançado em 09 de Setembro de 1978,trouxe"Onward"um tema individual de Chris Squire com arranjos orquestrais produzidos por Andrew Jackman. "On The Silent Wings Of Freedom",também merece destaque com a sua memorável abertura. A turnê de Tormato oficialmente chamada de "Ten Years Tour",iniciou em 28/09/78 com aclamação total por onde eles se apresentavam. Foi nessa excursão que ocorreu um fato inusitado:durante um show no Spectrum Arena na Philadelphia em 1979,o palco redondo e giratório montado no meio do ginásio teve uma de suas engrenagens danificada,e para que o concerto não fosse cancelado pela metade,cerca de 30 fãs que estavam na plateia se propuseram em rodar manualmente o tal palco durante todo o restante da apresentação que durou ainda umas duas horas. Jon Anderson e Rick Wakrman estavam satisfeitíssimos com os dois últimos discos. No entanto Chris Squire,Steve Howe e Alan White,pretendiam algo mais pesado para o álbum seguinte. Este excelente Bootleg,captura o Yes tocando no Wembley Arena em Londres no dia 14/04/78,com direito a transmissão da BBC Radio One. No set list apenas três músicas do novo disco:"On The Silent Wings Of Freedom"/"Don't Kill The Whale"/"Ciecus Of Heaven"
Mais uma vez o Yes foi impecável,porém,divergências estavam por vir novamente.


Formação do Yes na època:

Jon Anderson: Vocals,Acoustic Guitar,Harp
Chris Squire: Bass,Vocals
Steve Howe: Guitars,Vocals
Rick Wakeman: Keyboards
Alan White: Drums

Próximo e último capítulo da primeira fase das turnês do YES: "Drama Tour 1980"

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

CLASSIC BOOTLEGS:YES - GOING FOR TO PARIS

Formato: CD Duplo

Áudio: Soundboard Recording HQ

Turnê: "Going For The One Tour"

Disco Divulgado: "Goung For The One"


Período: 30/07/77 à 16/12/77







Com as datas da "Relayer Tour" todas executadas,o Yes tira umas férias.O vocalista Jon Anderson,aproveita e lança seu primeiro disco solo"Olias Of Sunhilow",Patrick Moraz também faz o mesmo com "The Story Of  I"-Ressaltamos que Steve Howe,Chris Squire e Alan White, já haviam lançado:"Beginnings","Fish Of Water" e "Ramshekled" respectivamente. Todos felizes com seus trabalhos individuais,mas era hora de pensar no novo disco do Yes, e reiniciar os ensaios. Justamente nesse período,Chris Squire começou a encrespar com Patrick Moraz e seus delírios percussivos -o álbum solo de Moraz teve muita percussão gravada por músicos Brasileiros aqui mesmo no Brasil. Squire declarou na época que Moraz havia enlouquecido com as constantes vindas ao Rio de Janeiro. Na realidade assim como Squire armou para o Suíço entrar na banda,por certo ele armava também sua saída. O Empresário Brian Lane,na ocasião trabalhava ao mesmo tempo para o Yes Rick Wakeman que havia entrado em decadência depois dos gastos astronômicos com pagamentos de orquestras,e diversos outros músicos e técnicos que faziam parte da mega turnê(com passagem pelo Brasil inclusive)exibida pelo tecladista. Por outro lado,o Yes ficava cada vez mais famoso e ganhando bilhões com os shows e as vendas dos discos. Brian Lane conseguiu colocar Rick Wakeman novamente entre Squire,Anderson,Howe e White depois de convencer à todos que seria ótimo para a carreira de ambos,resultado:"Going For The One" lançado em 07 de Julho de 1977(um número cabalístico)foi um sucesso de crítica e público. Neste disco,Steve Howe aproveitou para incluir a música "Parallels" que havia sobrado de seu disco.Anos mais terde Chris Squire,Steve Howe e Jon Anderson,reconheceram a sacanagem que fizeram com Moraz:"Devemos desculpas ao Patrick Moraz até hoje pelo que fizemos com ele".
A turnê de "Going For The One" com Rick Wakeman devidamente Reintegrado,iniciou em em 30 de Julho de 1977 com passagem pelos Estados Unidos,Canadá,Inglaterra,Dinamarca,Holanda,
Alemanha,Bélgica,e França. O Bootleg em questão,traz o Yes se apresentando no Le Pavillon em
Paris no dia 06 de Dezembro de 1977.

Formação do Yes na época:

Jon Anderson: Vocals,Harp
Steve Howe: Electric & Acoustic Guitar,Vocals
Chris Squire: Bass,Vocals
Rick Wakeman:Keyboards
Alan White:Drums



Próximo capítulo: A "Tormato Tour" com um show magnífico no wembley.












quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

SOMTRES CAPA VIRTUAL:Fevereiro/2013


CLASSIC BOOTLEGS:YES-Relayer Tour-Long Beach Arena,1975

Formato: Cd Duplo
Áudio: Soundboard
Turnê: "Relayer Tour"
Disco Divulgado: "Relayer"
Período: 08/Dez/74 à 23/Ago/75
Paises Percorridos:


Estados Unidos,Reino Unido,Canadá



No exato momento de contratar um tecladista para a vaga deixada por Rick Wakeman,Jon Anderson optou pelo amigo grego Vangelis Papathanassiu(ex Aphrodite's Child). Todavia,a vontade de Anderson foi vetada,quando Chris Squire chegou com uma informação de que a Ordem dos musicistas Britânicos,não permitia músicos estrangeiros trabalhando na Inglaterra. Tudo armação do baixista que nutria preferência pelo Suíço Patrick Moraz(Ex Refugee). Devidamente incorporado ao Yes,o novo tecladista declarou:"A textura da música do Yes é tão rica,é tudo que eu sempre sonhei para trabalhar.Não pretendo fazer o mesmo que Rick Wakeman,meu estilo é outro completamente diferente". Ainda que alguns críticos tenham achado a passagem de Moraz pelo Yes pouco notada,é bom ressaltar o excelente trabalho do moço no álbum "Relayer" lançado em Novembro de 1974. Neste disco,e durante a turnê de lançamento,Patrick Moraz se notabilizou seguro e bastante competente,impondo sua categoria e a sua técnica Jazzista tanto nas novas canções como nas músicas mais antigas. A excursão que teve início en 08/12/74 começando pelos Estados Unidos,foi uma das maiores com 53 concertos em território Norte Americano,12 no Reino Unido,e 02 no Canadá. A turnê toda que dorou até 23/08/75,teve 67 apresentações. O bootleg "Long Beach 1975" traz o Yes se apresentando no "Long Beach Arena" em Long Beach na California,no dia 23 de Junho. "Relayer" é tocado na íntegra,mas o set list conta também com: Close To The Edge,Your Move,Mood For A Day,Long Distance Runaround,The Clap,And You And I,Ritual,Roundabout,e Sweet Drems. Um repertório e tanto.


Formação e Equipamentos do Yes na época:

Jon Anderson:
Vocals
Gibson Acoustic Guitar
Percussion

Steve Howe:
Gibson Acoustic Guitar
Fender Telecaster e Les Paul Standard Electric Guitars
Florentine Electric Mandolin
Banjo Uke
Fender Pedal Steel Guitar
Backing Vocals

Chris Squire:
Rickenbacker Bass
Jazz Fender Bass
Guild Fretless Bass
Denalectro Longhorn six strings Bass
Backing Vocals

Patrick Moraz:
Organ Hammond C3
Piano Fender Rhodes
Mini Moogs
D6 Clavinet
Synthesizers 2 EMS AKS
Grand Piano
Electric Harpchord
Percussion Synthesizer

Alan White:
Ludwig Silver Sparkle Kit
02 Bass Drum
02 Hangin Toms
02 Floor Toms
01 Snare Drum
03 Timbales
01 Moog Drum
01 Steel Drum
Tubular Bels
02 Synphonic Bass Drum
Tubular Rotontons
Paiste Cymbals
Hi Hat
03 Crash
02 Ride
01 China
02 Splash

No Próximo Capítulo:"Going For The One Tour" com o retorno dele:Rick Wakeman

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

CLASSIC BOOTLEGS: YES-TALES FROM THE EDGE-Live At Cabo Hall,1974

Formato: CD Duplo
Áudio: Soundboard
Turnê: "Tales From Topographic Oceans Tour"
Disco Divulgado: "Tales From Topographic Oceans"
Período:11/11/73 à 27/03/74
Países Percorridos:
Inglaterra,Estados Unidos,Canadá,Alemanha,Suíça e Itália


Em 1973 às coisas não andavam muito boas entre Rick Wakeman e o Yes. O estilo de tocar de Alan White desagradava o tecladista,e para piorar,ele não vinha concordando com o tema escolhido por Jon Anderson e Steve Howe para o próximo álbum:Os escritos do gurú "Yogi Paramahansa Yogananda". Lançado em 26/10/73 como álbum duplo,"Tales From Topographic Oceans"encontra-se dividido em quatro partes ou temas:"Vida,Religião,Passado e Futuro". Wakeman achava tudo um verdadeiro lixo:"Você não pode tocar o que não entende,e eu não entendi absolutamente nada nesse disco.Fiquei frustrado,já estava de saco cheio de tanto discutir com Jon e Steve". Durante a turnê eles discutiam aos berros no backstage depois de cada apresentação. O stress de Rick Wakeman era tão intenso,qua acabou internado às pressas com problemas cardiovasculares. No hospital durante uma visita,o baixista Chris Squire o aconselhou:"Você está entupido de gordura animal.É preciso dar um basta nisso meu chapa"(com exceção de Wakeman,todo o restante do Yes era vegetariano). Depois de recuperado o inevitável aconteceu. Rick Wakeman pede pra sair alegando falta de tempo para promover seu segundo LP solo(Journey To The Centre Of The Earth)durante a sua primeira passagem pelo Yes. O Vocalista Jon Anderson chegou a declarar:"Não vejo problema na saída de Rick,ele está se tornando uma caricatura de suas influências clássicas". Rick Wakeman se despediu,e o restante da bnda alugou um enorme chalé num sítio próximo de Londres,e começaram à trabalhar no álbum seguinte além de decidirem a quem chamar para o posto de tecladista. A "Tales From Topographic Oceans Tour",foi uma das mais bem sucedidas,apesar do fracasso comercial e crítico do LP. A gravação desse Bootleg aconteceu no "Cabo Hall Arena" em Detroit/Michigan,no dia 28/02/74. No set List,as músicas de"Tales From Topographic Oceans"tocadas na íntegra,e eles ainda costumavam completar os shows com "Close To The Edge","And You And I","Siberian Khatru" e o grand finale com a inesquecível "Roundabout".

Formação do Yes na época:

Jon Anderson:Vocals,Tambourine
Chris Squire:Bass,Vocals
Steve Howe:Guitars,Mandolin,Vocals
Rick Wakeman:Keyboards
Alan White:Drums

Próximo capítulo: A "Relayer Tour" com o novo tecladista:Patrick Moraz

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

CLASSIC BOOTLEGS:YES-YES IN TOKYO,1973

Formato:CD Duplo
Áudio:Audience Remastered
Turnê:Close To The Edge Tour
Álbum Divulgado: Close To The Edge
Período: 30/09/72 à 22/04/73



Em setembro de 1972,"Close To The Edge" a obra mais bem elaborada do Yes chega às lojas. A contribuição de Rick Wakeman,levou o grupo a elaborar e executar peças cada vêz maiores e mais complexas,"Close To The Edge" é o melhor exemplo disso. No início da excursão que promoveu o LP,a banda perdeu o baterista Bill Bruford,convocado por Robert Fripp para integrar a novíssima formação
do King Crimson. O problema foi contornado de imediato pelo guitarrista Steve Howe que chamou o jovem Alan White na época com 22 anos,e trazendo na bagagem a experiência de ter tocado com a Plastic Ono Band(John Lennon) e o Ginger Baker Air Force(do baterista Ginger Baker ex Cream). Alan White aprendeu todo o repertório que eles vinham utilizando nos palcos em apenas dois dias,em seguida se manda com a banda para a continuação da Close To The Edge Tour com passagens pela Europa,E.U.A e Japão. E foi exatamente em Tokyo que este Bootleg foi gravado. O Yes cumpriu uma temporada de cinco dias entre os Japoneses com apresentações realizadas na capital Nipônica e em Osaka. "Yes In Tokyo" nos apresenta um belo concerto do grupo Britânico realizado no Teatro Koseinenkin Kaikan em 08/03/73 ou seja,o início da turnê Japonesa que encerraria no dia 12,com o grupo retornando ao Reino Unido,fechando a digressão em casa com shows aclamadíssimos por público e crítica.

Formação do Yes na época:

Jon Anderson:Vocals,Tambourine
Chris Squire:Bass,Vocals
Steve Howe:Electric & Acoustic Guitars,Mandolin,Vocals
Rick Wakeman:Keyboards
Bill Bruford:Drums(somente nos primeiros dias da turnê)
Alan White:Drums

Nota: Foi a partir de "Close To The Edge" que o Yes trocaria sua logomarca,passando a usar a mais famosa delas:As três letras entrelaçadas,criação do artista plástico Roger Dean,que desde o álbum anterior(Fragile),passaria à assinar todas as capas dos discos da banda por um longo período.

No Próximo capítulo: A turnê de "Tales From Topographic Oceans" e a primeira saída de Rick Wakeman







segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

CLASSIC BOOTLEGS: YES-AMSTERDAM CONCERT 1972

Formato: CD Simples
Áudio: Audience

Turnê: Fragile World Tour
Disco Divulgado: Fragile
Período: 24/09/71 à 27/03/72


Durante a fase de preparação do disco "The Yes Album",Chris Squire percebeu que o Yes precisava de um tecladista versátil que soubesse criar uma espécie de tapete sonoro ideal para o vocal angelical de Jon Anderson. Para o baixista,o nome certo seria Rick Wakeman. Squire viu Wakeman atuando no "Strawbs",e ficou impressionado com a quantidade de instrumentos que o cercavam(Moog,Piano,Hammond Organ e Mellotron). Pianista de formação acadêmica(Já tendo trabalhado em estúdio com:David Bowie,Elton John,Cat Stevens e Lou Reed),ele encaixaria perfeitamente nas novas canções que a banda vinha criando para um novíssimo álbum. A migração de Rick Wakeman para o Yes,não foi tão fácil. Chis Squire o ligava todos os dias. Em certa ocasião,o tecladista recebeu uma ligação de Squire às três horas da manhã e levou um atencioso:"foda-se,vá dormir cara,mais tarde nós resolveremos isso". A investida do baixista foi tão avassaladora que Rick Wakeman acabou aceitando o convite,entrando para o Yes ainda em 1971,e fazendo sua estreia no LP "Fragile",uma das três obras primas do grupo lançado em 12/09/71. Doze dias depois,eles iniciariam a "Fragile World Tour" começando a fazer do Yes um super grupo,um dos maiores nomes do rock progressivo. Este Bootleg registra uma apresentação do quinteto em Amsterdan na Holanda,participando do Concertgebouw Fest. no dia 21 de Janeiro de 1972. O mago Rick Wakeman,se tornaria o centro das atenções,principalmente durante seus solos de teclados onde aparecia vestido com uma capa dourada e longos cabelos loiros executando com maestria sua parafernália.

Formação do Yes na época:

Jon Anderson: Lead Vocals,Percussion
Chris Squire: Bass,Vocals
Steve Wowe: Electric & Acoustic Guitar,Mandolin,Steel Guitar,Vocals
Rick Wakeman:Moog,Piano,Hammond Organ,Mellotron
Bill Bruford: Drums,Percussion

**Próximo Capítulo:  A turnê de "Close To The Edge"

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

CLASSIC BOOTLEGS: YES-AT THE YALE BOWL,1971

Formato:CD Simples
Áudio:Soundboard
Turnê: The Yes Álbum Tour
Disco Divulgado: The Yes Álbum
Período: 17/02/1971 à 31/07/1971


A segunda excursão do Yes, agora trabalhando o sensacional Lp "The Yes Álbum". A banda já não contava mais com o guitarrista Peter Banks(músico que deu o nome ao grupo)demitido por suas limitações. Para o lugar de Banks,eles tentaram Robert Fripp(King Crimson) que não aceitou,preferindo refazer sua banda que andava em frangalhos com a saída de Greg Lake para o Emerson,Lake & Palmer além de Ian Mcdonald e Michael Giles. Foi então que o baixista Chris Squire lembrou de um magricela muito bom com as guitarras elétricas e acústicas,e que vinha tocando numa banda chamada Tomorrow. Assim Steve Howe ganhou a vaga(ainda bém). Anderson,Squire,Howe,Keye e Bruford,saíram numa rápida turnê pelos Estados Unidos onde fizeram uma ótima apresentação na Universidade de Yale(Yale Bowl Arena) na cidade de New Heaven em Connecticut no dia 24 de Julho de 1971, a exatamente sete dias antes do encerramento da gig.

Formação:
Jon Anderson: Vocal Solo
Chris Squire: Contrabaixo e Vocais
Steve Howe: Guitarra Elétrica,Guitarra Acústica e Mandolin
Tony Keye: Orgão Hammond
Bill Bruford: Bateria

No Próximo "Classic Bootlegs" a Turnê do álbum "Fragile" com o mago Rick Wakeman

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

CLASSIC BOOTLEGS: YES-Live In Germany'70


Formato:CD Simples:
Áudio:Radio Broadcast

Turnê Associada:Early Tour
Álbuns Divulgados: Yes(1969)Time And A Word(1970)
Período: 18/04/70-26/06/70

O primeiro homônimo álbum do Yes lançado em 1969,não trazia nada de extraordinário,exceto o fato de que às canções contidas nele apresentavam uma excelente qualidade técnica,cortezia do baixista Chris Squire e o baterista Bill Bruford. Já o segundo disco "Time And Word",mostrava uma sonoridade cuidadosamente trabalhada,e que serviria para definir o som do Yes por toda à década de setenta. O Bootleg "Live In Germany'70",registra as primeiras apresentações do grupo na Alemanha. Aqui encontramos parte do show realizado no "Cologne Pop Festival" em Koln,no dia 04 de Abril de 1970.


Formação do Yes na época:

Jon Anderson:Vocals
Chris Squire:Bass & Vocals
Tony Keye:Organ
Peter Banks:Guitar
Bill Bruford:Drums

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

CONHEÇA: TAME IMPALA

Quatro moleques Australianos resolveram mostrar que apesar da pouquíssima idade,são ótimos músicos. Formado em Perth ao Sul da Austrália no ano de 2005,o Tame Impala costuma misturar em seu trabalho:Pink Floyd(fase Syd Barrett),The Beatles(fase Revolver/Sgt.Pepper's) e o minimalismo do grupo Durutti Columm. Esses garotos já lançaram quatro EP's e dois CD's:"Innerspeaker"(2010),e "Lonerism"(2012),todos pelo selo "Modular Records/Universal". O lider,cantor,compositor,guitarrista e tecladista Kevin Parker antes de montar o Tame Impala,tocava no Mink Mussel Creek. Tudo começou quando Kevin conheceu o baterista Sam Devenport e o também guitarrista Luke Epstein,os três encontram Dominic Simper(Baixo e Teclados),e decidem formar uma banda(cujo o nome homenageia os antílopes)onde teriam como base o psicodelismo dos anos sessenta com os licks do guitarrista Britânico Vini Reilly(Durutti Columm). Os primeiros registros fonográficos do Tame Impala,saíram em 2008,os Ep's:"Tame Impala H.I.T.S. EP",e "Tame Impala",antes,o baterista Sam Devenport havia passado o cargo para Jay Watson. Kevin Parker é o produtor oficial dos álbuns da banda,e ele tem tido a colaboração de Dave Fridmann(produtor do Faming Slips) nas mixagens. O CD de estreia é simplesmente maravilhoso com temas como:"It Is Not Meant To Be"(Não está destinado a ser),e "Jeremy's Storm"(Tempestade de Jeremy),já "Lonerism",nos oferta com: "Mand Mischief"(Travessura de Mente),"Feels Like We Only Go Backwards"(parece que nós só vamos para trás),e "Apocalypse Dreams"(Sonhos Apocalípticos),retratando com muita clareza o Psycho Pop da banda,repleto de guitarras em feedback,teclados espaciais,e vocais construidos com efeitos típicos da "Wall Of Sound",técnica imortalizada pelo produtor Phil Spector. Que vergonha "Restart" !!

Formação:
Kevin Parker:Vocal solo,Guitarra eTeclados
Luke Epstein:Guitarra
Dominic Simper:Baixo e Syntetizador
Jay Watson:Bateria

Discografia:
EP's
-Tame Impala H.I.T.S. EP(2008)
-Tame Impala(2008)
-Live At The Corner(2010)
-Daytrotter Session(2010)
Álbuns:
-Innerspeaker(2010)
-Lonerism(2011)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

CONHEÇA: The Poor

Agrupado na Austrália em 1980,o The Poor que no início de carreira se chamava The Poor Boys,é uma notável banda de rock'n'roll que pratica um contagiante boogie,seguindo a mesma linha dos seus compatrícios do AC/DC. Apesar da competência dos músicos,o grupo somente viria a lançar seu disco de estreia "Who Cares" em 1994,escalando de imediato à 4ª posição entre os mais vendidos na terra dos cangurús. O grande destaque do álbum,foi o hitsingle "More Wine Water Please" que alcançou o top 30 da Billboard Australiana. "Poison",outro single dos rapazes,ficou por várias semanas na 48ª posição das paradas. Em algumas turnês,eles abriram para:Scorpions,Van Halen,Alice In Chains e lógico,AC/DC,seus maiores ídolos. Só para o conhecimento de vocês caros leitores,o primeiro bateristas do The Poor chama-se James Young,ou seja,o cara é primo de Angus e Malcolm Young(AC/DC). Depois de uma considerável pausa na carreira,eles retornaram ao estúdio em 2004 para gravar "Round 1"(2009) e "Round 2"(2010). Recentemente noticiou-se que James Young,havia reassumido à bateria do The Poor,e que eles estavam metidos em algum estúdio em Sydney,finalizando um novíssimo CD. Tomara seja verdadeira essa informação.

The Poor:
Anthony "Skinie" Skene:Vocals
Grynglas "Ry" Julian:Guitars
Mat Whitby:Bass
Troy Allen:Drums

Também passaram pelo The Poor os bateristas
Gavin Hansen e Chris Risdale,além do já citado James Young

Os caras não fazem muita questão de gravação,daí a reduzidíssima discografia da banda:
Who Cares(1994)
Round 1(2009)
Round 2(2010)

EP'S quando eles ainda se chamavam The Poor Boys:
Rude Crude And Tattooed(1992)
Underfed(As The Poor Boys)(1993)

sábado, 2 de fevereiro de 2013

TESOURO ENCONTRADO:Chicago Transity Authority-Chicago

Lançamento:28 de Abril 1969
Selo:Columbia/CBS
Produtor:James William Guercio


No final dos anos sessenta,bandas radicadas em Nova York como: The Electric Flag e Blood Sweat & Tears,deram início à fusão do Jazz com o Rock construindo composições em que às bases melódicas apresentavam floreios e improvisos jazzísticos com o rítimo típico do Rock'n'Roll e do Rhythm & Blues. Abraçando esse novo idioma musical,ninguem fêz tanto sucesso quanto o Chicago (anteriormente chamado de Chicago Transity Authority). Com este primeiro autointitulado disco,o grupo alcançou a marca de 2 milhões de cópias vendidas,estacionando por três anos consecutivos nas paradas. O álbum originalmente é duplo(no Brasil saiu somente um disco),e os músicos nele envolvidos,demonstraram uma vasta versatilidade,compondo desde canções de cabaré ao hard rock. Apresentando alguns exageros-o que era bém peculiar na época-o trabalho apresenta ótimos improvisos em faixas como:"Free From Guitar" e "Liberation". Em outras composições,encontramos admiráveis hits:"Does Anybody Really Know What Time It Is","Questions 67 & 68","Listen","Beginnings", e "Poem 58". Outro destaque,é a vibrante versão para "I'm The Man" do "Spencer Davis Group". Depois de "Chicago Transity Authority",a banda nos presentearia com alguns lançamentos brilhantes,partindo de uma sequência numérica-por vezes alterada-que iria até ao 26º álbum chamado de "Chicago XXVI. "Chicago Transity Authority" é um disco perfeito,que acabou deixando plantada a semente do Jazz/Rock.

Músicos:
Bob Lamm:Fender Rhodes Piano,Keyboards,Vocals
Terry Kath:Guitar,Vocals
Peter Cetera:Bass,Vocals
Danny Seraphine:Drums
James Pankow:Trombone
Lee Laughnane:Trumpet
Walter Parazaider:Saxophone,Woodwinds

Notas:Em formato digital,"Chicago Transity Authority",existe desde 1985 nos mercados Europeu,Norte Americano e Japonês.

Na época o grupo usava o mesmo nome do álbum. Por esse motivo o departamento de trânsito da cidade Norte Americana,processou a banda obrigando-a reduzir apenas para Chicago.